Google+ SOMBRAS DA MEMÓRIA: 13/dez/2009

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Deserto









Nada do que faças faz sentido,
cada palavra não significa nada...
Não consigo exprimir uma sensação,
um sofrimento ou paixão...
Hoje, os teus lábios são cinzentos,
pálidos, incolores...
Nada, nem o teu corpo, 
desperta o desejo...
Hoje, assisto à morte dos sentidos,
impotente...
Não habito os teus olhos,
nem lhes vislumbro encanto...
Hoje, sou a indiferença,
deserto do pensamento...
o Fim...


Agonia disforme






Inerte, incapaz de soletrar um desejo,
tombou a cabeça na ilusão fria,
inventando um sentido,
oferecendo mais uma chance...
Esforçado, o grito,
o apelo breve,
balanceando a noite
numa agonia disforme,
sem semblante...
Palavras silênciadas,
 na brevidade espessa,
dos silêncios doridos...
Moribundo na loucura
acesa de uma lágrima...
 derradeira...

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